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Novidades do sector da comunicação e tecnologia

Editores europeus reclamam por competitividade no mercado das pesquisas

25/06/2013

A Google vai ter que alterar o modo de funcionamento do motor de pesquisa na Europa ou não vai ter sossego. Várias entidades falam (...)
A Google vai ter que alterar o modo de funcionamento do motor de pesquisa na Europa ou não vai ter sossego. Várias entidades falam em falta de competitividade que está a prejudicar vários sectores. Centenas de publicações europeias e as respetivas associações comerciais onde se organizam, pediram à Comissão Europeia para que tome medidas contra a Google para que volte a haver competitividade na Europa no campo das pesquisas e anúncios online. O grupo pede que o responsável máximo pela concorrência no velho continente, Joaquín Almunia, rejeite as ideias propostas pela tecnológica em abril. "Se a Google não endereçar propostas fundamentalmente melhoradas nos próximos tempos, pedimos à Comissão Europeia que use todos os seus poderes legais, incluindo a emissão de uma declaração de objeções com medidas efetivas", escreve o presidente da associação de editores de revistas na Alemanha e porta-voz informal desta iniciativa, Hubert Burda. As publicações europeias querem justiça e resultados não-discriminatórios nas pesquisas no motor de busca Google, como uma forma de garantir o desenvolvimento próspero dos sectores das tecnologias e dos meios de comunicação. Num documento enviado às redações, vários editores europeus referem que as alterações propostas pela Google não vão ter efeitos práticos. A resposta da Google chegou através de um comunicado publicado no blogue da empresa, onde a tecnológica considera que tem endereçado as preocupações da Comissão Europeia de forma minuciosa. A empresa de Mountain View diz ainda que as propostas de resolução elaboradas são "significativas e compreensivas". A Google detém 90% do mercado das pesquisas na Europa e tem sido investigada pela Comissão Europeia por alegadas práticas anticoncorrenciais. Em causa está a promoção de serviços próprios em detrimento de opções concorrentes no motor de busca, situação que motivou empresas como a Microsoft a apresentarem queixa. Em abril a tecnológica elaborou um conjunto de medidas, na tentativa de evitar uma acusação formal de antitrust e possíveis coimas por parte da Comissão Europeia. As propostas estão a ser avaliadas por vários intervenientes que podem emitir um parecer até 27 de junho, próxima quinta-feira. A Microsoft, uma das principais queixosas, já disse - como reporta o TechCrunch - que não vai comentar o assunto até que a data limite para o envio da análise às propostas da Google seja ultrapassado. Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico A Google vai ter que alterar o modo de funcionamento do motor de pesquisa na Europa ou não vai ter sossego. Várias entidades falam em falta de competitividade que está a prejudicar vários sectores. Centenas de publicações europeias e as respetivas associações comerciais onde se organizam, pediram à Comissão Europeia para que tome medidas contra a Google para que volte a haver competitividade na Europa no campo das pesquisas e anúncios online. O grupo pede que o responsável máximo pela concorrência no velho continente, Joaquín Almunia, rejeite as ideias propostas pela tecnológica em abril. "Se a Google não endereçar propostas fundamentalmente melhoradas nos próximos tempos, pedimos à Comissão Europeia que use todos os seus poderes legais, incluindo a emissão de uma declaração de objeções com medidas efetivas", escreve o presidente da associação de editores de revistas na Alemanha e porta-voz informal desta iniciativa, Hubert Burda. As publicações europeias querem justiça e resultados não-discriminatórios nas pesquisas no motor de busca Google, como uma forma de garantir o desenvolvimento próspero dos sectores das tecnologias e dos meios de comunicação. Num documento enviado às redações, vários editores europeus referem que as alterações propostas pela Google não vão ter efeitos práticos. A resposta da Google chegou através de um comunicado publicado no blogue da empresa, onde a tecnológica considera que tem endereçado as preocupações da Comissão Europeia de forma minuciosa. A empresa de Mountain View diz ainda que as propostas de resolução elaboradas são "significativas e compreensivas". A Google detém 90% do mercado das pesquisas na Europa e tem sido investigada pela Comissão Europeia por alegadas práticas anticoncorrenciais. Em causa está a promoção de serviços próprios em detrimento de opções concorrentes no motor de busca, situação que motivou empresas como a Microsoft a apresentarem queixa. Em abril a tecnológica elaborou um conjunto de medidas, na tentativa de evitar uma acusação formal de antitrust e possíveis coimas por parte da Comissão Europeia. As propostas estão a ser avaliadas por vários intervenientes que podem emitir um parecer até 27 de junho, próxima quinta-feira. A Microsoft, uma das principais queixosas, já disse - como reporta o TechCrunch - que não vai comentar o assunto até que a data limite para o envio da análise às propostas da Google seja ultrapassado. Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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