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Opinião: Fim de vida do Windows XP: Porque faz sentido

29/11/2013

Aproxima-se o fim do suporte ao Windows XP e muitas empresas ainda não deram o passo necessário para mudar. Mauro Xavier, da Microsoft (...)
Aproxima-se o fim do suporte ao Windows XP e muitas empresas ainda não deram o passo necessário para mudar. Mauro Xavier, da Microsoft Portugal, defende neste artigo a necessidade de modernização Por Mauro Xavier (*) Passaram 12 anos desde o lançamento do Windows XP e o mundo mudou muito desde então. A utilização da Internet cresceu de cerca de 361 milhões para mais de 2,4 mil milhões de utilizadores. Assistimos ao aparecimento do cidadão da Internet com a ligação entre os membros da sociedade através do correio eletrónico, mensagens instantâneas, chamadas de vídeo, redes sociais e uma série de aplicações baseadas na Web e centradas em dispositivos. A mesma evolução se deu nas empresas e todas as ferramentas de comunicação e colaboração online vieram revolucionar os negócios e tornar as empresas mais móveis, produtivas e eficientes. Honestamente, imagina-se a usar um telemóvel de há 12 anos... ou mesmo um PC? O mesmo se aplica ao software. E é por isso que o Fim de Vida do Windows XP faz sentido. Sim, obedece à politica de ciclo de vida da Microsoft. Sim, há questões importantíssimas relativas à segurança pós-suporte. Sim, as empresas com certificações podem perdê-las por usar software não conforme. Mas as empresas portuguesas deveriam ter uma motivação muito além destas questões: é urgente a sua modernização. Nunca como agora a questão do aumento da competitividade das empresas portuguesas é tão premente para a economia nacional. Numa altura em que as empresas são “empurradas” para a exportação pela diminuição do consumo interno, fazer melhor e com custos mais reduzidos será chave para poder vencer cá dentro e lá fora, e as tecnologias de informação poderão fazer a diferença nesta equação. Os empresários portugueses devem incorporar as tecnologias de informação como um instrumento de gestão transformador das suas organizações, dando aos seus colaboradores as ferramentas tecnológicas iguais ou superiores às empresas com quem concorrem internacionalmente. Convido assim as empresas portuguesas a saudar o fim de vida do Windows XP (e do Office 2003), e a dar as boas vindas às novas formas de trabalhar mais atuais e competitivas. Mas porque muitas destas decisões estão ligadas não só à vontade, mas à capacidade de investimento, deixo aqui a sugestão de aproveitarem até ao final do ano o Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento (CFEI), um benefício fiscal que permite às empresas comprar novo hardware e software até 31 de Dezembro de 2013. Mais um incentivo para as empresas portuguesas não deixarem a migração do Windows XP para a última da hora e começarem o novo ano de 2014 como empresas modernas e capazes de competir globalmente entre as melhores. (*) Diretor da área de Parceiros, Pequenas e Médias Empresas e Soluções Microsoft Portugal Aproxima-se o fim do suporte ao Windows XP e muitas empresas ainda não deram o passo necessário para mudar. Mauro Xavier, da Microsoft Portugal, defende neste artigo a necessidade de modernização Por Mauro Xavier (*) Passaram 12 anos desde o lançamento do Windows XP e o mundo mudou muito desde então. A utilização da Internet cresceu de cerca de 361 milhões para mais de 2,4 mil milhões de utilizadores. Assistimos ao aparecimento do cidadão da Internet com a ligação entre os membros da sociedade através do correio eletrónico, mensagens instantâneas, chamadas de vídeo, redes sociais e uma série de aplicações baseadas na Web e centradas em dispositivos. A mesma evolução se deu nas empresas e todas as ferramentas de comunicação e colaboração online vieram revolucionar os negócios e tornar as empresas mais móveis, produtivas e eficientes. Honestamente, imagina-se a usar um telemóvel de há 12 anos... ou mesmo um PC? O mesmo se aplica ao software. E é por isso que o Fim de Vida do Windows XP faz sentido. Sim, obedece à politica de ciclo de vida da Microsoft. Sim, há questões importantíssimas relativas à segurança pós-suporte. Sim, as empresas com certificações podem perdê-las por usar software não conforme. Mas as empresas portuguesas deveriam ter uma motivação muito além destas questões: é urgente a sua modernização. Nunca como agora a questão do aumento da competitividade das empresas portuguesas é tão premente para a economia nacional. Numa altura em que as empresas são “empurradas” para a exportação pela diminuição do consumo interno, fazer melhor e com custos mais reduzidos será chave para poder vencer cá dentro e lá fora, e as tecnologias de informação poderão fazer a diferença nesta equação. Os empresários portugueses devem incorporar as tecnologias de informação como um instrumento de gestão transformador das suas organizações, dando aos seus colaboradores as ferramentas tecnológicas iguais ou superiores às empresas com quem concorrem internacionalmente. Convido assim as empresas portuguesas a saudar o fim de vida do Windows XP (e do Office 2003), e a dar as boas vindas às novas formas de trabalhar mais atuais e competitivas. Mas porque muitas destas decisões estão ligadas não só à vontade, mas à capacidade de investimento, deixo aqui a sugestão de aproveitarem até ao final do ano o Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento (CFEI), um benefício fiscal que permite às empresas comprar novo hardware e software até 31 de Dezembro de 2013. Mais um incentivo para as empresas portuguesas não deixarem a migração do Windows XP para a última da hora e começarem o novo ano de 2014 como empresas modernas e capazes de competir globalmente entre as melhores. (*) Diretor da área de Parceiros, Pequenas e Médias Empresas e Soluções Microsoft Portugal
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