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Por Rute Linhares em 13-05-2026

BYDAS no Lisbon AI Summit 2026: IA prática, inovação empresarial e novas oportunidades digitais

BYDAS no Lisbon AI Summit 2026: IA prática, inovação empresarial e novas oportunidades digitais
Rute Linhares
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Publicado porRute Linhares
A BYDAS está presente no Lisbon AI Summit 2026 para contactar líderes, empresas e soluções de IA focadas em inovação prática, automação e implementação empresarial.

Publicado em13 maio 202617Visualizações0 Avaliações0 Comentários

A BYDAS está presente no Lisbon AI Summit 2026, um dos encontros mais relevantes para empresas, líderes tecnológicos, fundadores de startups, especialistas em inovação e profissionais que procuram compreender, aplicar e escalar soluções de inteligência artificial em contexto empresarial. A nossa presença neste evento reforça uma convicção que tem guiado a evolução da agência: a inteligência artificial deixou de ser apenas uma promessa de futuro e passou a ser uma ferramenta prática, estratégica e decisiva para marcas que querem crescer com maior eficiência, melhor informação e capacidade de resposta.

Num mercado cada vez mais competitivo, a IA assume um papel central na forma como as empresas analisam dados, automatizam processos, personalizam experiências, criam conteúdos, apoiam equipas comerciais, melhoram operações e tomam decisões. O Lisbon AI Summit 2026 surge precisamente neste cruzamento entre visão, experimentação e implementação real. Mais do que falar sobre tecnologia, o evento propõe uma discussão focada na aplicação concreta da IA em empresas, equipas e modelos de negócio.

Para a BYDAS, estar presente neste contexto é uma oportunidade para contactar líderes, empresas e soluções de IA focadas em inovação prática e implementação empresarial. É também uma forma de acompanhar de perto tendências que já influenciam áreas como marketing digital, desenvolvimento web, comércio eletrónico, análise de dados, automação, produtividade e experiência do cliente.

Um evento dedicado à IA com impacto empresarial

O Lisbon AI Summit 2026 tem como missão ligar líderes da indústria a fornecedores pioneiros de soluções de inteligência artificial, ao criar um espaço onde a inovação prática se encontra com a implementação empresarial. Este posicionamento é particularmente importante porque muitas organizações já ultrapassaram a fase da curiosidade em relação à IA. A questão deixou de ser apenas «o que é possível fazer?» e passou a ser «como aplicar isto de forma segura, mensurável e útil?».

Ao reunir executivos seniores de tecnologia, fundadores visionários de startups, responsáveis de produto, especialistas em automação, consultores, investigadores e decisores públicos, o evento cria um ambiente ideal para debater o presente e o futuro da inteligência artificial na região. A edição de 2026 destaca-se pela dimensão prática do programa, com mais de 30 keynotes e workshops, distribuídos por 3 palcos, e uma forte componente de contacto direto entre participantes, oradores, fornecedores e equipas técnicas.

Este tipo de encontro é particularmente relevante para empresas que querem evitar uma adoção superficial da IA. A tecnologia tem potencial para acelerar resultados, mas apenas quando é enquadrada por objetivos claros, processos bem definidos, dados fiáveis e equipas preparadas. Sem estratégia, a IA pode transformar-se numa coleção de ferramentas dispersas. Com estratégia, passa a ser um verdadeiro fator de diferenciação.

Enterprise AI: estratégia, casos de negócio e transformação

Um dos eixos centrais do Lisbon AI Summit 2026 é o palco Enterprise AI, dedicado às tendências, inovações e casos práticos de aplicação da inteligência artificial nas organizações. Este palco inclui temas como AI Vision, Enterprise AI, Future of Work, criação de estratégia de IA e uma zona de networking com startups e fornecedores de soluções.

Esta abordagem é especialmente relevante porque a IA empresarial exige mais do que a escolha de uma ferramenta. Exige capacidade de diagnóstico, definição de prioridades, integração com sistemas existentes, proteção de dados, medição de impacto e gestão da mudança. Muitas empresas reconhecem o valor da IA, mas enfrentam dificuldades no momento de transformar intenção em execução. É aí que a partilha de casos reais e experiências de implementação ganha especial importância.

Ao acompanhar este palco, a BYDAS procura recolher perspetivas úteis para aplicar em projetos digitais com maior inteligência, maior automação e melhor alinhamento com objetivos de negócio. A IA pode melhorar a forma como se pesquisa, estrutura, produz, otimiza e distribui informação. Pode também apoiar equipas na identificação de padrões, na criação de conteúdos personalizados, na previsão de comportamentos e na melhoria contínua de campanhas e plataformas digitais.

Para uma agência de comunicação digital, marketing e comércio eletrónico, estas aprendizagens são essenciais. A transformação digital já não se resume a ter um bom website, uma loja online eficiente ou campanhas bem configuradas. Hoje, a vantagem competitiva está também na capacidade de ligar dados, automação, criatividade e experiência do utilizador de forma coerente.

Future of Work: equipas mais preparadas para a mudança

Outro tema forte do evento é o futuro do trabalho. A inteligência artificial está a alterar rotinas, funções e competências em praticamente todos os setores. No entanto, o seu impacto não deve ser entendido apenas como substituição de tarefas. A maior oportunidade está na criação de equipas mais capacitadas, com mais tempo para pensar estrategicamente, resolver problemas complexos e criar valor.

O Lisbon AI Summit 2026 inclui conteúdos dedicados a upskilling e gestão da mudança, duas áreas críticas para qualquer empresa que queira adotar IA com sucesso. A formação das equipas é tão importante como a tecnologia escolhida. Uma ferramenta avançada perde valor quando os colaboradores não compreendem como a utilizar, quando não existem regras claras de uso ou quando os processos continuam desalinhados.

O verdadeiro salto acontece quando a IA é integrada no fluxo natural de trabalho. Isto pode passar por apoiar a pesquisa, acelerar análises, criar primeiros rascunhos, resumir informação, gerar hipóteses, identificar oportunidades, comparar dados, automatizar tarefas repetitivas ou facilitar decisões. O objetivo não é substituir o pensamento humano, mas libertá-lo para tarefas com maior impacto.

Na BYDAS, esta visão é particularmente importante porque os projetos digitais exigem colaboração entre estratégia, design, tecnologia, conteúdo, performance e análise. A IA pode ajudar a aproximar estas áreas, reduzir fricção e aumentar a velocidade de execução, sem abdicar de critério, criatividade e supervisão humana.

Engineering: ferramentas, automação e desenvolvimento assistido

O palco dedicado a Engineering traz uma dimensão técnica e prática ao evento, com temas como aplicações reais de ferramentas de IA, development co-pilots, automação de processos sem código e sessões orientadas para ferramentas como Cursor e Lovable. Esta vertente é fundamental porque a inovação em IA não acontece apenas ao nível da estratégia. Acontece também na forma como as equipas constroem, testam, integram e melhoram produtos digitais.

O desenvolvimento assistido por IA tem vindo a transformar a forma como programadores, equipas de produto e especialistas digitais trabalham. Estas ferramentas podem acelerar tarefas, sugerir soluções, ajudar a documentar código, apoiar testes, criar protótipos e reduzir barreiras entre ideia e execução. No entanto, continuam a exigir conhecimento técnico, revisão crítica e boas práticas de segurança.

Para empresas com plataformas digitais complexas, lojas online, integrações com sistemas externos ou fluxos de dados exigentes, esta evolução abre novas possibilidades. A automação sem código e com baixo código permite criar processos mais rápidos, reduzir tarefas manuais e melhorar a ligação entre sistemas. Ao mesmo tempo, as equipas técnicas passam a ter apoio adicional para experimentar, validar e iterar.

Esta é uma área especialmente próxima da BYDAS, que desenvolve soluções web personalizadas e projetos de comércio eletrónico. A inteligência artificial pode apoiar desde a definição de requisitos até à otimização de experiências, passando pela análise de comportamento, melhoria de catálogos, automação de conteúdos, segmentação e suporte a equipas de gestão. Em projetos de comércio eletrónico, esta capacidade pode traduzir-se em processos mais eficientes e experiências mais relevantes para cada cliente.

Oradores que representam diferentes dimensões da IA

O painel de oradores do Lisbon AI Summit 2026 reflete a diversidade do ecossistema de inteligência artificial. Entre os nomes anunciados encontram-se especialistas ligados à educação em IA, automação, desenvolvimento, produto, sustentabilidade, investigação aplicada, consultoria, tecnologia empresarial e criação de empresas.

Calum Chace, cofundador da Conscium, traz uma perspetiva estratégica sobre inteligência artificial e o seu impacto de longo prazo. Elena Avramenko, educadora em IA, fundadora e embaixadora Lovable, acrescenta uma visão prática sobre aprendizagem, adoção e construção de soluções. Oliver Dlugosch, da Beam AI, representa a ligação entre IA empresarial e automação. Eugene Petrenko, da JetBrains, aproxima o tema do desenvolvimento e das ferramentas usadas por equipas técnicas.

O programa inclui ainda profissionais como António Rocha, Head of AI na Ambidata e professor no ISEP, Ricardo Ramos, responsável por sustentabilidade, integração de IA e conformidade na Água de Monchique, e Stavroula Rafailia Vlachou, Applied R&D Lead no The Good AI Lab. Esta diversidade mostra como a inteligência artificial já não pertence apenas a departamentos técnicos. Hoje, a IA cruza sustentabilidade, conformidade, operações, educação, produto, marketing, engenharia e gestão.

Para os participantes, a riqueza do evento está precisamente nessa pluralidade. As melhores ideias surgem muitas vezes no contacto entre perspetivas diferentes: quem desenvolve tecnologia, quem a implementa, quem a regula, quem a usa no dia a dia e quem mede o seu impacto no negócio.

Lisboa como ponto de encontro para inovação no sul da Europa

O evento decorre no Lisbon Congress Center – CCL, na Praça das Indústrias, em Belém, Lisboa. A localização, junto ao rio Tejo e próxima de zonas como as Docas e a LX Factory, reforça o papel de Lisboa como ponto de encontro para tecnologia, criatividade e negócios. O CCL é um espaço preparado para conferências de grande dimensão e oferece boas ligações ao centro da cidade, nomeadamente através do elétrico 15E.

A organização prevê cerca de 800 participantes provenientes do sul da Europa e de outras regiões. Este número cria uma escala interessante: suficientemente grande para reunir uma comunidade diversa e influente, mas ainda adequada para conversas relevantes, contactos de qualidade e oportunidades reais de colaboração.

Num setor em rápida evolução, a proximidade entre decisores, equipas técnicas e fornecedores de soluções é essencial. Muitas empresas sabem que precisam de avançar na adoção de IA, mas nem sempre sabem por onde começar. Eventos como este ajudam a reduzir a distância entre problema e solução, ao permitir que as organizações descubram abordagens, ferramentas e parceiros com experiência prática.

A zona dedicada a networking foi desenhada para facilitar o contacto entre participantes, fornecedores de soluções e oradores. Para a BYDAS, este é um dos pontos mais importantes do evento. A inovação raramente nasce isolada. Nasce do diálogo, da troca de experiências, da identificação de desafios comuns e da criação de pontes entre competências complementares.

IA, marketing digital e decisões mais inteligentes

A inteligência artificial tem uma relação cada vez mais direta com o marketing digital. A capacidade de recolher, interpretar e ativar dados é hoje decisiva para marcas que querem melhorar resultados. A IA pode apoiar a identificação de públicos, a análise de intenção de pesquisa, a criação de conteúdos, a personalização de mensagens, a otimização de campanhas e a previsão de comportamentos.

No entanto, a tecnologia não elimina a necessidade de estratégia. Pelo contrário, torna-a ainda mais importante. Com mais ferramentas disponíveis, as empresas precisam de saber que dados devem usar, que objetivos pretendem alcançar, que métricas devem acompanhar e que limites devem respeitar. Uma campanha apoiada por IA pode ser mais eficiente, mas só cria valor se estiver alinhada com posicionamento, proposta de valor, jornada do cliente e objetivos comerciais.

Na área de SEO, por exemplo, a IA pode ajudar a analisar intenções de pesquisa, identificar lacunas de conteúdo, organizar temas, apoiar a produção editorial e acelerar auditorias. Ainda assim, o fator humano continua indispensável para validar qualidade, garantir originalidade, respeitar o contexto da marca e criar conteúdos úteis para pessoas reais. O mesmo se aplica à publicidade paga, às redes sociais, ao email marketing e à análise de conversão.

O futuro do marketing digital não será dominado por equipas que apenas usam ferramentas de IA. Será liderado por equipas que sabem combinar criatividade, dados, tecnologia e pensamento crítico. A diferença estará na capacidade de usar IA como suporte à decisão e não como substituto da estratégia.

Automação com propósito: menos tarefas repetitivas, mais valor

Um dos temas mais relevantes para empresas é a automação de processos. A IA permite reduzir tarefas repetitivas, acelerar fluxos internos e melhorar a consistência operacional. No entanto, automatizar não deve ser um objetivo isolado. Antes de criar uma automação, é necessário compreender o processo, identificar pontos de fricção, avaliar riscos e definir o resultado esperado.

As automações mais eficazes são aquelas que resolvem problemas concretos. Podem ajudar uma equipa comercial a qualificar contactos, apoiar uma equipa de apoio ao cliente na triagem de pedidos, facilitar a gestão de conteúdos, melhorar relatórios internos ou ligar plataformas que antes exigiam trabalho manual. Em todos estes casos, a IA pode reduzir esforço e aumentar fiabilidade, desde que exista supervisão adequada.

Para empresas de comércio eletrónico, a automação tem ainda maior impacto. Catálogos, stocks, campanhas, recomendações, avaliações, mensagens transacionais, segmentações e fluxos de recuperação de carrinho podem beneficiar de processos mais inteligentes. O desafio está em criar experiências úteis, sem tornar a relação com o cliente fria ou excessivamente automatizada.

É por isso que a BYDAS olha para a IA como uma camada adicional de inteligência aplicada aos projetos, e não como uma solução única para todos os problemas. Cada negócio tem maturidade digital, sistemas, dados, equipas e prioridades diferentes. A implementação deve respeitar essa realidade.

Implementação empresarial: da curiosidade ao plano de ação

Um dos maiores desafios da IA em contexto empresarial é passar da curiosidade ao plano de ação. Muitas equipas já testam ferramentas, criam experiências internas e identificam oportunidades. Contudo, transformar esses testes em processos consistentes exige método.

O primeiro passo é definir objetivos. A empresa quer reduzir tempo operacional? Melhorar atendimento? Aumentar conversões? Criar conteúdos com maior eficiência? Apoiar equipas técnicas? Analisar grandes volumes de dados? Cada objetivo exige uma abordagem diferente.

O segundo passo é avaliar dados e processos. A IA depende de informação e contexto. Quando os dados estão dispersos, incompletos ou pouco estruturados, a qualidade dos resultados fica comprometida. Antes de avançar, é importante perceber que fontes de dados existem, quem as gere, como são atualizadas e que regras de acesso devem ser respeitadas.

O terceiro passo é escolher ferramentas e integrações. Nem todas as soluções servem todos os casos. Algumas são adequadas para produtividade individual, outras para automação, outras para análise, desenvolvimento, atendimento ou personalização. A escolha deve ter em conta segurança, escalabilidade, custo, facilidade de uso e capacidade de integração com sistemas existentes.

Por fim, é essencial medir impacto. A IA deve ser avaliada com indicadores claros: tempo poupado, redução de erros, aumento de conversão, melhoria de satisfação, qualidade de resposta, custo por tarefa ou outros critérios ajustados ao negócio. Sem medição, é difícil distinguir inovação real de entusiasmo passageiro.

O papel das agências digitais na adoção de IA

As agências digitais têm um papel importante na adoção de inteligência artificial pelas empresas. Muitas organizações não precisam apenas de ferramentas; precisam de orientação, enquadramento estratégico, execução técnica e capacidade de transformar ideias em projetos funcionais. É neste ponto que uma agência com experiência em marketing digital, desenvolvimento web e comércio eletrónico pode acrescentar valor.

A BYDAS acompanha a evolução da IA com uma perspetiva prática. O objetivo não é aplicar tecnologia por moda, mas identificar onde ela pode melhorar resultados reais. Num projeto digital, isso pode significar uma arquitetura de conteúdos mais inteligente, uma loja online mais eficiente, campanhas mais bem segmentadas, relatórios mais claros, integrações mais robustas ou experiências de utilizador mais personalizadas.

A presença no Lisbon AI Summit 2026 reforça esta visão. Ao contactar especialistas, empresas, startups e decisores, a BYDAS continua a aprofundar conhecimento sobre tendências, ferramentas e metodologias que podem beneficiar os seus clientes. A inovação só tem valor quando se transforma em aplicação útil, mensurável e sustentável.

Esta abordagem também implica responsabilidade. A adoção de IA deve respeitar privacidade, transparência, segurança, qualidade da informação e ética. As empresas precisam de criar políticas internas, formar equipas e garantir que a tecnologia é usada de forma alinhada com a sua marca e com as expectativas dos clientes.

Porque é que este evento importa para empresas portuguesas

Para empresas portuguesas, o Lisbon AI Summit 2026 representa uma oportunidade de proximidade com conhecimento internacional e soluções emergentes. Portugal tem vindo a afirmar-se como um espaço atrativo para tecnologia, talento e inovação, e eventos desta natureza ajudam a fortalecer o ecossistema nacional.

As empresas que participam em encontros como este ganham acesso a novas ideias, parceiros potenciais e referências práticas. Podem comparar o seu nível de maturidade com outras organizações, perceber que desafios são comuns e identificar caminhos de evolução. Esta aprendizagem é particularmente importante para pequenas e médias empresas que querem adotar IA sem desperdiçar recursos.

Nem todas as empresas precisam de projetos de IA complexos para começar. Muitas podem iniciar a jornada com melhorias simples: automatizar relatórios, melhorar atendimento, apoiar criação de conteúdos, organizar informação interna, otimizar campanhas ou criar fluxos de trabalho mais eficientes. O importante é começar com problemas bem definidos e expectativas realistas.

Ao mesmo tempo, as organizações devem evitar soluções improvisadas sem governação. A facilidade de acesso a ferramentas de IA pode criar riscos quando não existem regras. Dados sensíveis, informação de clientes, propriedade intelectual e decisões críticas exigem cuidado. Uma adoção madura combina entusiasmo com método.

Venha falar connosco no Lisbon AI Summit 2026

A presença da BYDAS no Lisbon AI Summit 2026 é também um convite à conversa. Queremos contactar empresas que procuram aplicar IA aos seus desafios digitais, conhecer soluções inovadoras, trocar experiências com equipas técnicas e debater formas de transformar tecnologia em crescimento real.

Se a sua empresa está a avaliar como usar inteligência artificial em marketing, vendas, comércio eletrónico, operações ou experiência do cliente, este evento é o contexto ideal para começar uma conversa. A IA pode parecer um território vasto, mas torna-se mais clara quando parte de objetivos concretos: melhorar resultados, reduzir esforço, aumentar qualidade, criar experiências mais relevantes e tomar decisões com melhor informação.

A BYDAS leva para este encontro a sua experiência em estratégia digital, SEO, campanhas, desenvolvimento web personalizado, Shopify e comércio eletrónico. Levamos também curiosidade, vontade de aprender e abertura para parcerias com empresas e soluções que partilham a mesma visão: tecnologia aplicada com propósito, criatividade e impacto mensurável.

Mais do que assistir a apresentações, queremos escutar, questionar, partilhar e construir ligações. A inteligência artificial está a mudar a forma como empresas trabalham, comunicam e vendem. O melhor momento para preparar essa mudança é agora.

Na BYDAS, ajudamos empresas a transformar inovação em resultados digitais através de estratégia, tecnologia e marketing digital. Se está no Lisbon AI Summit 2026, venha falar connosco e descubra como a IA pode apoiar o crescimento do seu negócio.

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