Case Study: Otimização da velocidade de um website
Foi-nos entregue um projeto de um website que estava feito em wordpress para renovação gráfica e melhoria da sua performance dado que o cliente o considerava muito lento.
Publicado em 06-07-20207 Visualizações0 Avaliações0 Comentários
Cada vez mais a contratação de um site implica muito mais que o webdesign: O cliente é cada vez mais exigente e determinado a obter um produto sustentável.
Existe cada vez mais a noção de que um website tem de ser mais do que um folheto digital - deve ir de encontro às exigências da sua audiência: os utilizadores que o usam.

Fonte: https://www.section.io/blog/page-load-time-bounce-rate/
O longo tempo de carregamento de um site faz aumentar drasticamente a taxa de abandono de um website (bounce rate). Está comprovado e os nossos clientes sabem disso. Pelo que as exigências na hora da contratação são maiores.
Este case study que vos queremos mostrar tem tudo a ver com esta problemática. O cliente estava a receber inúmeros feedbacks dos seus utilizadores relativamente à velocidade de acesso do website. E não eram boas críticas, obviamente!
O site em causa (Excellence Tours) estava desenvolvido através da tecnologia Wordpress, que na realidade é uma tecnologia que é capaz de oferecer velocidades bastantes boas, contudo é necessário que seja bem configurada para tal. O que não era o caso. De todos os modos, e quem está muito por dentro do opensource, este tipo de tecnologias vêm equipadas por defeito com "tudo" - ou quase "tudo" - pelo que muitas vezes um site está a usar apenas 5% das possibilidades da tecnologia. Os restantes 95% estão apenas a causar leituras inúteis à base de dados, tornando os websites mais lentos.

Posto isto, é importante salientar que o website em causa nem conseguia obter uma leitura no GTMetrix - uma das principais ferramentas usadas pelos webmasters para medir a velocidade de um website.
Já através do Google Speed Insights - outra popular ferramenta - os resultados foram de 25/100 para Desktop e 66/100 para Mobile. Um resultado muito desanimador e que nos fez entender as preocupações do nosso cliente.
Dado que não conseguimos obter informação com o GTMetrix, e não somos grandes fãs da ferramenta da Google, decidimos fazer o teste com o PingDom, outra ferramente muito capaz e popular. Os resultados foram ainda pior que imaginavamos: obtivemos nota "E" com um Load Time de 10.31s com 255 pedidos a serem feitos (um valor muito alto tendo em conta se tratar de um website muito simples).
Neste sentido tomamos a liberdade de avançar com o projeto num sentido muito claro: usamos a nossa tecnologia proprietária TypeThing para reconstruir o website e fazer uma atualização gráfica que fosse mais ao encontro do look & feel da marca em causa.
De considerar que o website estava num alojamento partilhado - que como todos sabemos, não oferecem grandes performances.
Dois meses depois, apresentamos o novo website, também num contexto de alojamento partilhado, e obtivemos os seguintes resultados:
GTMETRIX
- Page Speed: 89%
- YSlow: 80%
- Pedidos: 88
- Tempo de Leitura 3s
PAGE SPEED INSIGHTS
- Desktop: 81%
- Mobile: 70%
PINGDOM
- Nota: A
- Load Time: 0,92s
- Pedidos: 113
Não podemos dizer que é o website mais rápido que já fizemos, mas demonstrar um cuidado especial da nossa parte na resposta a uma necessidade real do nosso cliente. Estes valores poderiam ser ainda aumentados de várias formas:
- Passagem do website para um alojamento na cloud como o AWS que iria reduzir o Loading Time (tempo de leitura);
- Utilização de CDN (content delivery network) para garantir que os pedidos de ficheiros media seriam feitos em paralelo (reduzindo também o tempo de leitura);
- Removendo alguns widgets de terceiros (botões de redes sociais) que carregam com eles ficheiros com políticas de cache que não controlamos;
- Realizar compressão agressiva às imagens - algo que depois não seria dada a devida continuidade pelo cliente na sua gestão diária, pelo que esta técnica serviria apenas para demonstrar expertise e não para resolver os problemas reais do nosso cliente;
Mais informação sobre o projeto aqui.
ANEXO 1:

ANEXO 2:

ANEXO 3:

Se gostou do artigo, siga-nos no LinkedIn...
Avalie este artigo
Escrever Comentário
Newsletter
Subscreva a nossa newsletter e passe a estar mais perto de nós!

0 Comentários