Estivemos lá! Que conclusões tirar do Lisbon AI Summit 2026
A BYDAS marcou presença no Lisbon AI Summit 2026 com Inez Borges. Um balanço sobre IA, criatividade, estratégia, liderança e transformação digital.
Publicado em10 junho 202658Visualizações0 Avaliações0 Comentários
No passado dia 8 de junho, a BYDAS marcou presença no Lisbon AI Summit 2026, no Centro de Congressos de Lisboa, representada por Inez Borges, diretora criativa da agência. Depois de termos anunciado a nossa participação neste encontro dedicado à Inteligência Artificial no contexto empresarial, regressamos com uma certeza reforçada: a IA já não é apenas uma tendência tecnológica. É uma força de transformação que atravessa estratégia, criatividade, liderança, operações, marketing, desenvolvimento digital e comércio eletrónico.
Para a BYDAS, estar presente num evento desta natureza significou ouvir, aprender, trocar perspetivas e confrontar a nossa própria visão com a experiência de líderes, especialistas, empreendedores e organizações que já estão a integrar a Inteligência Artificial nos seus processos. Foi também uma oportunidade para validar algo que temos vindo a defender: a IA só cria valor real quando é aplicada com pensamento estratégico, critério humano e uma compreensão profunda dos objetivos de negócio.
Um evento marcado pela diversidade de perspetivas
Um dos aspetos mais relevantes do Lisbon AI Summit foi a qualidade e diversidade dos seus speakers. O evento reuniu executivos seniores da área tecnológica, fundadores de startups inovadoras, especialistas em transformação digital e representantes ligados à definição de políticas e estratégias para uma adoção responsável da IA.
Esta combinação de perfis permitiu uma leitura abrangente dos desafios e oportunidades associados à Inteligência Artificial. Houve espaço para casos concretos de implementação em grandes organizações, com resultados ao nível da eficiência, inovação e criação de valor, mas também para reflexões sobre tendências emergentes, novas ferramentas e impactos transversais nos diferentes setores de atividade.
Para uma agência como a BYDAS, que trabalha diariamente nas áreas de estratégia digital, desenvolvimento web, comércio eletrónico, performance e criatividade, esta visão multidisciplinar é essencial. A IA não pode ser analisada apenas como tecnologia. Tem de ser pensada como parte de um ecossistema mais vasto, onde equipas, marcas, dados, processos e experiências digitais se influenciam mutuamente.
IA com estratégia, não apenas com ferramentas
Uma das ideias mais fortes que atravessou várias intervenções foi a importância de uma visão estratégica na adoção da Inteligência Artificial. O sucesso destes projetos não depende apenas da disponibilidade tecnológica. Depende da capacidade das organizações para promover mudança,desenvolver competências internas ecriar uma cultura orientada para a aprendizagem contínua.
Esta é uma mensagem particularmente relevante num momento em que muitas empresas ainda olham para a IA como uma coleção de ferramentas isoladas. A pergunta não deve ser apenas «que ferramenta devemos usar?». Deve ser, antes, que problema queremos resolver, que processo queremos melhorar, que experiência queremos criar e que valor queremos entregar ao cliente.
Na BYDAS, esta abordagem tem orientado o nosso trabalho nos últimos anos. A Inteligência Artificial pode apoiar a criação de conteúdos, a análise de informação, a otimização de campanhas, a estruturação de jornadas digitais e a melhoria de processos internos. Mas continua a ser indispensável uma camada humana de interpretação, curadoria e decisão. Sem estratégia, a IA acelera tarefas. Com estratégia, pode transformar modelos de trabalho.
Lições de quem já está a aplicar IA nas organizações
Particularmente enriquecedora foi a partilha de experiências por parte de líderes empresariais que já se encontram numa fase avançada de integração da IA. Os exemplos apresentados permitiram compreender melhor os desafios encontrados ao longo do percurso, as decisões difíceis, as resistências internas e as boas práticas que podem servir de referência a outras organizações.
Ficou claro que a adoção da IA exige mais do que investimento tecnológico. Exige liderança, comunicação interna, gestão da mudança e uma visão clara sobre o papel das pessoas. A automação pode libertar tempo, mas esse tempo só se transforma em valor quando as equipas sabem como o utilizar melhor. A análise de dados pode revelar oportunidades, mas continua a ser necessária inteligência humana para interpretar contexto, prioridades e impacto.
Esta reflexão é especialmente importante para marcas que atuam em ambientes digitais competitivos. Em áreas como SEO, performance, conteúdos, UX ou lojas online, a IA pode aumentar velocidade e precisão. No entanto, a diferenciação continua a depender da capacidade de pensar de forma crítica, criativa e orientada para o utilizador.
O papel da criatividade num contexto mais automatizado
A presença de Inez Borges no evento reforça a importância que a BYDAS atribui à criatividade nesta nova fase tecnológica. Muitas conversas sobre IA centram-se em produtividade, automação e redução de custos. Esses temas são relevantes, mas não esgotam o potencial da tecnologia.
A grande questão para as marcas é perceber como a Inteligência Artificial pode ajudar a criar experiências mais distintas, úteis e humanas. A IA pode gerar hipóteses, organizar informação, acelerar pesquisa, apoiar decisões e testar variações. Mas a direção criativa continua a ser fundamental para definir intenção, proteger a identidade da marca e transformar possibilidades técnicas em comunicação com significado.
Este equilíbrio entre tecnologia e sensibilidade humana foi uma das principais aprendizagens do evento. À medida que as ferramentas se tornam mais acessíveis, aumenta também o risco de uniformização. As marcas que usarem IA apenas para produzir mais depressa poderão ganhar eficiência. As marcas que a usarem para pensar melhor, conhecer melhor o seu público e construir experiências próprias terão uma vantagem mais sustentável.
Um ecossistema de inovação cada vez mais acessível
A presença de empreendedores e fornecedores de soluções tecnológicas trouxe também uma visão muito concreta sobre o atual ecossistema de inovação. Foram apresentadas novas abordagens, ferramentas e modelos de colaboração que demonstram como a IA está a tornar-se mais acessível e adaptável às necessidades específicas de cada organização.
Este ponto é particularmente importante para pequenas e médias empresas, que muitas vezes associam a IA a projetos complexos, dispendiosos ou exclusivos de grandes organizações. O que o Lisbon AI Summit mostrou é que existem hoje caminhos mais flexíveis para começar: automações pontuais, assistentes internos, análise aumentada, apoio à criação de conteúdos, integração com plataformas digitais e soluções no-code.
A questão central passa por escolher bem onde começar. Nem todos os processos devem ser automatizados. Nem todos os dados têm o mesmo valor. Nem todas as ferramentas fazem sentido para todas as empresas. Por isso, a adoção da IA deve ser progressiva, bem enquadrada e alinhada com objetivos reais.
O futuro do trabalho e das competências digitais
As intervenções dos vários speakers contribuíram ainda para enriquecer o debate sobre o futuro do trabalho, a evolução das competências profissionais e o papel da liderança na gestão desta mudança tecnológica. A Inteligência Artificial está a alterar funções, metodologias e expectativas, mas não elimina a necessidade de talento humano. Pelo contrário, torna-o ainda mais relevante.
Competências como pensamento crítico, capacidade de aprendizagem, literacia de dados, criatividade, colaboração e visão estratégica serão cada vez mais importantes. A tecnologia pode executar, sugerir e automatizar, mas as organizações precisam de pessoas capazes de formular boas perguntas, avaliar resultados e tomar decisões responsáveis.
Para a BYDAS, esta visão está diretamente ligada à forma como acompanhamos clientes e projetos. A transformação digital não acontece apenas com novas ferramentas. Acontece quando as equipas compreendem o potencial dessas ferramentas e as integram em processos mais inteligentes, ágeis e orientados para resultados.
Uma presença que reforça o caminho da BYDAS
A participação da BYDAS no Lisbon AI Summit 2026 reforçou o nosso compromisso com a inovação, a aprendizagem contínua e a construção de soluções digitais preparadas para o futuro. O evento confirmou que a IA está a passar de promessa para prática, de tendência para infraestrutura, de tema técnico para decisão estratégica.
Mais do que recolher tendências, a presença da nossa diretora criativa permitiu trazer novas perspetivas para dentro da agência: sobre liderança, implementação, cultura, criatividade, dados e responsabilidade. São aprendizagens que vão continuar a influenciar a forma como pensamos projetos, desenhamos experiências e ajudamos marcas a crescer no digital.
Na BYDAS, acreditamos que a Inteligência Artificial deve servir as marcas, as equipas e os utilizadores. A tecnologia é poderosa, mas o seu verdadeiro impacto depende da forma como é aplicada. E é nesse cruzamento entre criatividade, estratégia e execução técnica que queremos continuar a estar.
A BYDAS ajuda marcas a integrar IA, criatividade e tecnologia em projetos digitais com impacto. Se a sua empresa quer evoluir em marketing digital, comércio eletrónico ou desenvolvimento web, fale connosco e descubra como podemos transformar mudança em crescimento.
Se gostou do artigo, siga-nos no LinkedIn...
Adicione esta fonte de notícias às suas preferências
Avalie este artigo
0 Comentários